Fui mais eu.

Fui mais eu.

18 de Novembro, 2021 0 Por Rita Leston

Fui mais eu quando me deixei de preocupar com o que pensavam. Fui mais eu de cada vez que fiz mais uma tatuagem, pintei o cabelo de uma cor diferente ou fiz um corte de cabelo louco. Ou de cada vez que olharam de lado para as minhas botas da tropa ou qualquer roupa que usei.

Fui mais eu de cada vez que decidi ignorar o número da balança. Que decidi comer o que me apeteceu. Que decidi que sou eu que decido quem sou, o que sou e como sou. Que é um problema meu e que sou só eu a lidar com isso.

Fui mais eu quando tive a força e a capacidade de mudar a minha vida e de me sentir ainda melhor comigo. De, independentemente do número da balança, também decidir que queria ser outra coisa. Porque sim. Por mim. Porque me apetecia. Porque era a altura certa e porque tive força para isso.

Fui mais eu de todas as vezes que falhei e fiquei frustrada. Fui mais eu de todas as vezes em que não correu bem e recomecei. Fui mais eu de todas as vezes que aprendi e reaprendi. Fui mais eu de todas as vezes que consegui.

Fui mais eu de todas as vezes que me estive nas tintas para a opinião que tinham de mim. Fui mais eu de todas as vezes ignorei o que me fazia mal e de todas as vezes que escolhi virar as costas a uma luta que não tinha valor para ser travada.

Fui mais eu de todas as vezes que me despi de tudo o que trago vestido, em que não preciso de abrir a boca para marcar uma posição. Seja pelo cabelo vermelho, seja pelas tatuagens cada vez mais à mostra, pelo riso incontrolado ou pelo olhar zangado.

Sou mais eu, desde que me despi de tudo o que queriam de mim e fiquei só eu.

Rita Leston. E Então?

Fui mais eu quando me deixei de preocupar com o que pensavam. Fui mais eu de cada vez que fiz mais uma tatuagem, pintei o cabelo de uma cor diferente ou fiz um corte de cabelo louco. Ou de cada vez que olharam de lado para as minhas botas da tropa ou qualquer roupa que usei.

Fui mais eu de cada vez que decidi ignorar o número da balança. Que decidi comer o que me apeteceu. Que decidi que sou eu que decido quem sou, o que sou e como sou. Que é um problema meu e que sou só eu a lidar com isso.

Fui mais eu quando tive a força e a capacidade de mudar a minha vida e de me sentir ainda melhor comigo. De, independentemente do número da balança, também decidir que queria ser outra coisa. Porque sim. Por mim. Porque me apetecia. Porque era a altura certa e porque tive força para isso.

Fui mais eu de todas as vezes que falhei e fiquei frustrada. Fui mais eu de todas as vezes em que não correu bem e recomecei. Fui mais eu de todas as vezes que aprendi e reaprendi. Fui mais eu de todas as vezes que consegui.

Fui mais eu de todas as vezes em que me estive nas tintas para a opinião que tinham de mim. Fui mais eu de todas as vezes em que ignorei o que me fazia mal e de todas as vezes que escolhi virar as costas a uma luta que não tinha valor para ser travada.

Fui mais eu de todas as vezes que me despi de tudo o que trago vestido, em que não preciso de abrir a boca para marcar uma posição. Seja pelo cabelo vermelho, seja pelas tatuagens cada vez mais à mostra, pelo riso incontrolado ou pelo olhar zangado.

Sou mais eu, desde que me despi de tudo o que queriam de mim e fiquei só eu.

Rita Leston. E Então?